Por que o RGB é importante para o CMYK? Responder esta pergunta é essencial para entendermos o processo de impressão. Por isso, vamos abordar um assunto fundamental da geração de cores, dando continuidade ao assunto abordado neste artigo.

Síntese Aditiva e Subtrativa: As cores

A luz é composta por feixes luminosos de vermelho, verde e azul (Red, Green, Blue, ou RGB), isto recebe o nome de “Síntese Aditiva”, luz adicionando cor aos objetos.

Por isso, a cor só existe se houver luz. Lembra da aula de física sobre luz, lá do segundo grau? NÃO?! Nem eu. Tem um artigo bem legal na Wikipédia, que nos lembrará do assunto.

É fato que só conseguimos ver cores pela presença de luz, podemos ter em mãos a flor vermelha mais bela do mundo, de nada vai adiantar sua cor se estivermos no escuro.

A luz em RGB é variável de 0 a 255 tons luminosos, onde 0 é a ausência de luz e 255 é a luz em seu tom máximo, mais latente. Observe a imagem seguinte:

Todos os tons RGB de zero a 255

Quando temos a composição de zero em nas três cores RGB, significa que não temos luz alguma, então resulta em preto como resposta no monitor. Se a mistura for de 255 nas três cores, teremos todas as cores misturadas, que resulta em branco. Isso dá uma possibilidade de 16.777.216 cores com profundidade de 8 bits.

O Monitor exibe suas cores baseado na síntese aditiva, assim como a captura de imagens por scanners e câmeras digitais. Note na imagem seguinte, que a mistura de RGB resulta em cores muito conhecidas por nós.

Síntese aditiva e subtrativa: rgb

Quer saber mais sobre a Síntese Aditiva e Subtrativa? Vamos seguir para a parte 2, onde mostramos o surgimento do CMYK!

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